Para não esquecer as cargas policiais do governo PSD/CDS de Passos Coelho. Esta foi uma das piores.
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20150111
O dia em que os portuenses evitaram que o Menezes fosse para a câmara municipal.
Um discurso que já tinha um atraso de 16 anos, mas mais vale tarde do que nunca. O Porto conseguiu evitar o despesismo e populismo fácil. Foi pena que os gaienses não tenham aberto os olhos antes e tenham mantido este indivíduo no poder, na sua câmara, durante longos 16 anos, onde tudo se gastou, tendo a autarquia ficado à beira da falência.
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20141207
Uma ilusão chamada “velho PSD”
Em vésperas do 25 de Abril, um grupo de políticos afastou-se apressadamente da
Acção Nacional Popular para poder reaparecer após a implantação do regime
democrático sob uma nova veste. A agitação posterior revelou que a designação
escolhida — Partido Popular Democrático (PPD) — não era a mais apelativa para se
alçar ao poder. Por isso, a formação recém-criada foi então rebaptizada (com um
erro ortográfico para todo o sempre): Partido Social Democrata (em lugar de
Democrático).
Este grupo de políticos e profissionais liberais, que se uniu para representar a finança e a grande indústria, atraiu a si as forças vivas recauchutadas do Estado Novo e as camadas da população atemorizadas pelo inócuo preâmbulo da Constituição (“abrir caminho para uma sociedade socialista”): catedráticos e analfabetos, patos bravos e publicistas, chupistas do Estado e cantores-pimba, negociantes de ocasião e autoridades locais.
É esta amálgama quase obscena que permite ao PSD aparecer com sucessivas máscaras — até como pregoeiro da “social-democracia”. A verdade é que ter ilusões sobre a sua natureza só conduz a deixar a esquerda desarmada. Vê-se com alguma frequência figuras proeminentes da oposição a fazer apelos ao “velho PSD” — como o fez João Ribeiro, porta-voz do PS, numa entrevista ao Expresso na última semana (na resposta reproduzida na imagem acima).
Acontece que o “velho PSD” anda por aí em peso. Salvo a circunstância de as suas figuras se gabarem de ser mais competentes do que estarolas de Passos Coelho, que alterações de política propõem eles? Nenhumas.
Com efeito, na “Universidade” de Verão do PSD, Marcelo subiu ao palanque para serenar as hostes após o chumbo do Tribunal Constitucional, garantindo que se há-de arranjar forma de despedir os trabalhadores do Estado. Também na “Universidade” de Verão do PSD, Alexandre Relvas, o afamado Mourinho de Cavaco, atiçou, perante o olhar incrédulo dos jotinhas, os filhos contra os pais, apelando a uma total desregulação do mercado de trabalho: “é pais a viverem à conta dos filhos” [sic], disse o protegido de Cavaco. No mesmo local, Leonor Beleza retomou o apelo do Dr. Relvas à emigração dos jovens. Santana Lopes defendeu a necessidade de uma revisão constitucional para o país poder ter uma “constituição que seja neutra, que seja isenta e independente” [sic], tema agarrado por Paulo Rangel para sustentar que a Constituição tem uma “visão demasiado conservadora”.
Onde está o “outro” PSD?
Este grupo de políticos e profissionais liberais, que se uniu para representar a finança e a grande indústria, atraiu a si as forças vivas recauchutadas do Estado Novo e as camadas da população atemorizadas pelo inócuo preâmbulo da Constituição (“abrir caminho para uma sociedade socialista”): catedráticos e analfabetos, patos bravos e publicistas, chupistas do Estado e cantores-pimba, negociantes de ocasião e autoridades locais.
É esta amálgama quase obscena que permite ao PSD aparecer com sucessivas máscaras — até como pregoeiro da “social-democracia”. A verdade é que ter ilusões sobre a sua natureza só conduz a deixar a esquerda desarmada. Vê-se com alguma frequência figuras proeminentes da oposição a fazer apelos ao “velho PSD” — como o fez João Ribeiro, porta-voz do PS, numa entrevista ao Expresso na última semana (na resposta reproduzida na imagem acima).
Acontece que o “velho PSD” anda por aí em peso. Salvo a circunstância de as suas figuras se gabarem de ser mais competentes do que estarolas de Passos Coelho, que alterações de política propõem eles? Nenhumas.
Com efeito, na “Universidade” de Verão do PSD, Marcelo subiu ao palanque para serenar as hostes após o chumbo do Tribunal Constitucional, garantindo que se há-de arranjar forma de despedir os trabalhadores do Estado. Também na “Universidade” de Verão do PSD, Alexandre Relvas, o afamado Mourinho de Cavaco, atiçou, perante o olhar incrédulo dos jotinhas, os filhos contra os pais, apelando a uma total desregulação do mercado de trabalho: “é pais a viverem à conta dos filhos” [sic], disse o protegido de Cavaco. No mesmo local, Leonor Beleza retomou o apelo do Dr. Relvas à emigração dos jovens. Santana Lopes defendeu a necessidade de uma revisão constitucional para o país poder ter uma “constituição que seja neutra, que seja isenta e independente” [sic], tema agarrado por Paulo Rangel para sustentar que a Constituição tem uma “visão demasiado conservadora”.
Onde está o “outro” PSD?
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20130616
A verdade escondida sobre CAVACO SILVA!!!
Para mim, Sérgio Lemos, este é o artigo, que mais define o Presidente que temos. Quando tivemos um Primeiro Ministro assim, e voltamos a ter novamente esta figura no poder, como Presidente, que poderei pensar eu das cabeças que votam neste País.......
Porque ainda tenho memória!
Quem ouvir Cavaco Silva e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante alguém que nada teve a ver com a situação catastrófica em que se encontra este país.
Quem o ouvir e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante alguém que pode efectivamente ser a solução para um caminho diferente daquele até aqui seguido.
Só que... Este senhor, ou sofre de amnésia, ou tem como adquirido que nós portugueses temos todos a memória curta, eu diria mesmo, muito curta.
Vejamos, então qual o contributo de Cavaco Silva para que as coisas estejam como estão e não de outra maneira:
Cavaco Silva foi ministro das finanças entre 1980 e 1981 no governo da AD.
Foi primeiro-ministro de Portugal entre 1985 e 1995 (10 anos!!!).
Cavaco Silva foi só a pessoa que mais tempo esteve na liderança do governo neste país desde o 25 de Abril.
É presidente da República desde 2005 até hoje (5 anos)
Por este histórico, logo se depreende que este senhor nada teve a ver com o estado actual do país.
Mas vejamos quais foram as marcas deixadas por Cavaco Silva nestes anos todos de andanças pelo poder:
Cavaco Silva enquanto primeiro-ministro alterou drasticamente as práticas na economia, nomeadamente reduzindo o intervencionismo do Estado, atribuindo um papel mais relevante à iniciativa privada e aos mecanismos de mercado.
Foi Cavaco Silva quem desferiu o primeiro ataque sobre o ensino “tendencialmente gratuíto”.
Foi Cavaco Silva o pai do famoso MONSTRO com a criação de milhares de “jobs” para os “boys” do PPD/PSD e amigos. Além de ter inserido outros milhares de “boys” a recibos verdes no aparelho do Estado,
Foi no “consulado Cavaquista” que começou a destruição do aparelho produtivo português. Em troca dos subsídios diários vindos da então CEE, começou a aniquilar as Pescas, a Agricultura e alguns sectores da Indústria. Ou seja: começou exactamente com Cavaco Silva a aniquilação dos nossos recursos e capacidades.
Durante o “consulado Cavaquista”, entravam em Portugal muitos milhões de euros diáriamente como fundos estruturais da CEE. Pode-se afirmar que foram os tempos das “vacas gordas” em Portugal. Como foram aplicados esses fundos?
O que se investiu na saúde? E na educação? E na formação profissional?
Que reforma se fez na agricultura? O que foi feito para o desenvolvimento industrial?
A situação actual do país responde a tudo isto! NADA!
Mas então como foi gasto o dinheiro?
Simplesmente desbaratado sem rigor nem fiscalização pela incompetência do governo de Cavaco Silva.
Tal como eu, qualquer habitante do Vale do Ave, minimamente atento, sabe como muitos milhões vindos da CEE foram “surripiados” com a conivência do governo “Cavaquista”.
Basta lembrar que na época, o concelho de Felgueiras era o local em Portugal com mais Ferraris por metro quadrado.
Quando acabaram os subsídios da CEE, onde estava a modernização e o investimento das empresas? Nos carros topo de gama, nas casas de praia em Esposende, Ofir, etc. Etc.
Quanto às empresas... Essas faliram quase todas. Os trabalhadores - as vítimas habituais destas malabarices patronais - foram para o desemprego, os “chico-espertos” que desviaram o dinheiro continuaram por aí como se nada se tivesse passado.
Quem foi o responsável? Óbviamente, Cavaco Silva e os seus ministros!
Quanto à formação profissional... Talvez ainda possamos perguntar a Torres Couto como se fartou de ganhar dinheiro durante o governo Cavaquista, porque é que teve que ir a tribunal justificar o desaparecimento de milhões de contos de subsídios para formação profissional. Talvez lhe possamos perguntar: como, porquê e para quê, Cavaco Silva lhe “ofereceu” esse dinheiro.
Foi também o primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1989 recusou conceder ao capitão de Abril, Salgueiro Maia, quando este já se encontrava bastante doente, uma pensão por “Serviços excepcionais e relevantes prestados ao país”, isto depois do conselho Consultivo da Procuradoria Geral da República ter aprovado o parecer por unanimidade.
Mas foi o mesmo primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1992, assinou os pedidos de reforma de 2 inspectores da polícia fascista PIDE/DGS, António Augusto Bernardo, último e derradeiro chefe da polícia política em Cabo Verde, e Óscar Cardoso, um dos agentes que se barricaram na sede António Maria Cardoso e dispararam sobre a multidão que festejava a liberdade.
Curiosamente, Cavaco Silva, premiou os assassinos fascistas com a mesma reforma que havia negado ao capitão de Abril Salgueiro Maia, ou seja: por “serviços excepcionais ou relevantes prestados ao país".
Como tenho memória, lembro-me também que Cavaco Silva e o seu “amigo” e ministro Dias Loureiro foram os responsáveis por um dos episódios mais repressivos da democracia portuguesa. Quando um movimento de cidadãos, formado de forma espontânea, se juntou na Ponte 25 de Abril, num "buzinão" de bloqueio, em protesto pelo aumento incomportável das portagens. Dias Loureiro (esse mesmo do BPN e que está agora muito confortávelmente em Cabo Verde), com a concordância do chefe, Cavaco Silva, ordenou uma despropositada e desproporcional carga policial contra os manifestantes. Nessa carga policial “irracional”, foi disparado um tiro contra um jovem, que acabou por ficar tetraplégico.
Era assim nos tempos do “consulado Cavaquista”, resolvia-se tudo com a repressão policial. Foi assim na ponte, foi assim com os mineiros da Marinha Grande, foi assim com os estudantes nas galerias do Parlamento...
Foi ainda no reinado do primeiro-ministro Cavaco Silva, que o governo vetou a candidatura de José Saramago a um prémio literário europeu por considerar que o seu romance “O Evangelho segundo Jesus Cristo” era um ataque ao património religioso nacional.
Este veto levou José Saramago a abandonar o país para se instalar em Lanzarote, na Espanha, onde viveu até morrer. Considerou Saramago, que não poderia viver num país com censura.
Cavaco Silva foi o Presidente da República nos últimos 5 anos. Sendo ele o dono da famosa frase: “nunca tenho dúvidas e raramente me engano”, como é que deixou Portugal chegar até à situação em que se encontra?
Mais! Diz a sabedoria popular: “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.”
Bem... Alguns dos ministros, amigos, apoiantes e financiadores das suas campanhas eleitorais não abonam nada a seu favor. Embora, na minha opinião, esta gente reflete exactamente a essência do Cavaquismo.
Oliveira e Costa - Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do governo Cavaquista entre 1985 e 1991. Ex presidente do famoso BPN.
A história deste fulano já é mais conhecida que os tremoços, nem vale a pena escrever mais nada.
Dias Loureiro - Ministro dos governos Cavaquistas. Assuntos Parlamentares entre1987 e 1991, Administração Interna entre1991 e 1995.
Associado aos crimes financeiros do BPN, com ligações ainda não clarificadas ao traficante de armas libanês, Abdul Rahman El-Assir, de quem é grande amigo.
Foi conselheiro de estado por nomeação directa de Cavaco Silva, função que ocupou com a “bênção” de Cavaco, até já não ser possível manter-se no lugar devido às pressões políticas e judiciais.
Encontra-se actualmente, muito confortavelmente a viver em Cabo Verde.
Ferreira do Amaral - Ministro dos governos Cavaquistas. Comércio e Turismo, entre 1985 e 1990, Obras Públicas, Transportes e Comunicações entre 1990 e 1995. Foi nesta condição (ministro das obras públicas do governo Cavaquista) que assinou os contratos de construção da Ponte Vasco da Gama com a Lusoponte, e a concessão (super-vantajosa para a Lusoponte) de 40 anos sobre as portagens das duas pontes de Lisboa.
Ferreira do Amaral é actualmente presidente do conselho de administração da Lusoponte. (Apenas por mera coincidência...)
Duarte Lima - Lider da bancada do PPD/PSD durante o Cavaquismo.
Envolvido em transacções monetárias “estranhas” no caso Lúcio Tomé Feteira.
A juntar a isto tudo (e que já não é pouco!), tenho ainda a opinião de que Cavaco Silva é demasiado inculto e arrogante. O que na minha opinião são atributos dispensáveis para um Presidente da República.
Por estas e por outras, e porque ainda tenho memória, jamais votaria em Cavaco Silva.
Artigo de Rogério Leite Ferreira, In bandeira-vermelha.blogs.sapo.pt
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20121121
Assim começou o despesismo, com os governos de maioria absoluta do PSD
Para recordar e não esquecer !! O povo iludido a pensar que ele trazia o progresso, com o dinheiro da União Europeia, conseguido com muito custo por outros governantes. Assim começou a época negra do cavaquismo maioritário.
20100813
20091215
20091204
E já lá vão 29 anos
Camarate, 1980
E já passaram 29 anos do trágico desaparecimento do criador do partido fascista PPD/PSD. De recordar que em 1976, mudou o nome de PPD para PSD, para o camuflar de centro-esquerda, para não ser confundido com a extrema-direita, que proliferava em demasia nas fileiras desse partido e na época não era útil ser-se de direita.
O aproveitamento político da morte deste político proveniente da ditadura de extrema-direita do Estado Novo, foi imenso e ainda hoje se evoca o seu nome por muitos fascistas (que agora se fazem passar por democratas e que ajudam a corromper e a desacreditar o regime democrático) que militam nas fileiras do infame e odioso PPD/PSD.
20090120
Cinzento e com ar de governante da ditadura fascista

Cavaco Silva, aparece nesta foto, com um aspecto sinistro, estilo secretário de estado de Marcello Caetano, ou até mesmo de deputado do partido único UN/ANP (mais tarde rebaptizado de PPD/PSD).
O homem que carrega o fardo do PPD/PSD continua a ser o mesmo de sempre. Nunca mudou e nem vai mudar. É um homem que bem podia ter feito parte do governo da ditadura radical, de extrema-direita, que asfixiou Portugal, durante 48 anos.

20090114
O PPD/PSD diverte-me

O PPD/PSD diverte-me, ou melhor, pessoas que estão no PPD/PSD divertem-me.
A começar pelo inanarrável, incompreensível, injustificável, inqualificável, e outras coisas acabadas em "ável" ou "ível" que vocês se lembrem, Alberto João. Se dizem que a Madeira é um jardim, e não duvido disso, apesar de nunca lá ter ido, não percebo como um tronco daqueles tem lá lugar. Um jardim no meu conceito tem flores, coloridas e belas, mais ou menos exóticas, maiores ou mais pequenas, mas nunca um tronco cinzento, feio, que nem exótico nem erótico mas sim esotérico, de uma pequenez mental de bradar aos céus.
Mas o PPD/PSD tem também Marques Mendes, M&M's, para os amigos, por ser pequeno, colorido e não derreter nas mãos, mas sim na boca de todos aqueles que com ele debatem. Poderia ser um Kinder Surpresa, pois nunca se sabe o que sai dali, se mosca se asneira e tem um prazo de validade estipulado tal como os chocolates. O prazo esse é até ao próximo congresso.
O que dizer de Pacheco Pereira, qual Chatotorix "o bardo" de Asterix, pois cada vez que pega na sua Harpa, neste caso na sua pena, afugenta tudo e todos tornando-se intragável para a maior parte das pessoas. Mas no fundo é uma personagem que diverte. Já dei por mim a pensar. Qual é que é a Barda que o Pacheco Pereira tem para nos dizer acerca disto.
Podia falar de tantos, tantos neste PPD/PSD que me divertem mas isso não seria uma posta. Seria um lençol. Isaltino Morais, Major Valentim e o seu fiel escudeiro João Loureiro, Miguel Frasquilho, Leonor Beleza, enfim um nunca acabar de cromos que enchiam duas cadernetas.
Continuem assim. Num país a brincar o que faz falta são políticos de anedota.
Por: Daniel Arruda
Fonte:
20090106
Abusos de poder laranja
Sem comentários! Os atropelos à democracia, por parte do PPD/PSD.
Abusos de poder laranja
Abusos de poder laranja
PPD/PSD proíbe deputado do PND de entrar no Parlamento
O deputado do PND a denunciar situações de atropelos à democracia na Ilha da Madeira, onde o partido fascista PPD/PSD proibiu a sua entrada no Parlamento local. Ainda assim, o líder do PND/Madeira, Baltasar Aguiar foi agredido por gentes do partido de extrema-direita PPD/PSD.
Deputado do PND/Madeira proibido de entrar no parlamento
Deputado do PND/Madeira proibido de entrar no parlamento
PSD: Uma evolução na continuidade

As recentes eleições no PSD provocaram uma avalanche de interpretações e comentários sobre o estado a que teria chegado o partido e de previsões mais ou menos preocupadas sobre o seu futuro.
Ponderou-se mesmo a hipótese de, sem bússula nem rédea, poder vir a desaparecer por evidente desnecessidade face ao papel que o PS representa hoje na prática da política reservada pelo neoliberalismo aos Estados modernos; a saber, a privatização de tudo o que possa ser mercadejado e a organização sistemática e democrática da repressão até à integração na estratégia global da guerra infinita contra os povos.
A mais favorável das previsões terá sido a de Paulo Rangel que considera a actual situação não um sinal de desastre para o PSD mas, pelo contrário, uma premonição de que algo de novo vem aí: a recomposição do sistema político partidário. Rangel deu voz ao secreto desejo "social democrata" de que o bloco central de interesses encontre uma plataforma comum que, explorando a fundo as virtualidaes do neoliberalismo, permita aos negócios livrarem-se de contradições secundárias. Por mais que se reafirme que nunca mais haverá bloco central. Claro, será mais plausível assistir-se a uma recomposição do espectro partidário...
No que ao PSD interessa, dum lado o social liberalismo aglutinando os sectores mais desinibidos e que não precisam do cristianismo como fundador da Europa e portanto mais abertos à luxúria cosmopolita; do outro lado a direita pura e dura, cabeças juntas e patas para fora reclamando se da defesa dos valores de Deus, Pátria e Família acima de todas as coisas. A Pátria dos mortos, porque a dos vivos está sempre em construção.
Ponderou-se mesmo a hipótese de, sem bússula nem rédea, poder vir a desaparecer por evidente desnecessidade face ao papel que o PS representa hoje na prática da política reservada pelo neoliberalismo aos Estados modernos; a saber, a privatização de tudo o que possa ser mercadejado e a organização sistemática e democrática da repressão até à integração na estratégia global da guerra infinita contra os povos.
A mais favorável das previsões terá sido a de Paulo Rangel que considera a actual situação não um sinal de desastre para o PSD mas, pelo contrário, uma premonição de que algo de novo vem aí: a recomposição do sistema político partidário. Rangel deu voz ao secreto desejo "social democrata" de que o bloco central de interesses encontre uma plataforma comum que, explorando a fundo as virtualidaes do neoliberalismo, permita aos negócios livrarem-se de contradições secundárias. Por mais que se reafirme que nunca mais haverá bloco central. Claro, será mais plausível assistir-se a uma recomposição do espectro partidário...
No que ao PSD interessa, dum lado o social liberalismo aglutinando os sectores mais desinibidos e que não precisam do cristianismo como fundador da Europa e portanto mais abertos à luxúria cosmopolita; do outro lado a direita pura e dura, cabeças juntas e patas para fora reclamando se da defesa dos valores de Deus, Pátria e Família acima de todas as coisas. A Pátria dos mortos, porque a dos vivos está sempre em construção.
O pântano alegrou-se com o coaxar das rãs
O coaxar das rãs no pântano
O coaxar das rãs no pântano, reflectiu a luta entre os interesses instalados de grupos vorazes e parasitários do erário público, mesmo quando se proclamam paladinos da iniciativa privada.
Já no início dos anos noventa Cavaco Silva, sem nenhuma originalidade mas com o peso da sua maioria absoluta, proclamava que só o mercado livre garante a democracia..
Ouvindo o hoje o presidente da República preocupado exactamente com a violência das consequências do que considera a condição sine qua non da democracia - a liberdade do mercado , e a sua mais fiel discípula, a vencedora das eleições directas no PSD, colocar no centro do discurso a preocupação face à situação de "emergência social", temos razões para não desanimar: é o PSD no seu melhor.
O PSD nunca foi mais do que isto que nos mostrou nestas eleições internas: a disputa entre interesses pouco claros mas estreitos e cristalizados em torno de figuras que nada mais têm para oferecer que a garantia de que são ganhadoras! Ao ponto de o troglodita das ilhas ter sido apontado, por gente credenciada, como o melhor candidato a Primeiro Ministro porque... "é um ganhador".
Programa? poder. Ideologia? dinheiro.
O PSD desde muito cedo se habituou ao pragmatismo mais rasteiro, aliás o mais apropriado para assegurar a satisfação dos grupos de interesses instalados ou emergentes nas várias conjunturas, na parasitagem institucionalizada que tem caracterizado os governos em Portugal desde o 25 de Novembro com maior notoriedade desde os dois Governos da AD (PSD,CDS,PPM), culminando com os dez anos de consulado cavaquista.
Meus filhos, o vinho também se pode fazer com uvas
Sá Carneiro não legou verdadeiramente um programa ao PSD. Legou-lhe um guia prático de conquista do poder.
Sá Carneiro quando não tinha a certeza de ganhar, desertava e depois voltava para secar as lágrimas dos abandonados. Quando conseguiu a vitória da AD por maioria absoluta em eleições intercalares em 1979, de imediato preparou o seu grande golpe: um plebiscito para substituir a Constituição de 1976 por uma que permitisse o "reencontro com a nossa história", interrompida, como já vimos, pelo 25 de Abril.
Assim, tendo mantido a maioria da AD em 1980, recusou apresentar na AR, estando a isso constitucionalmente obrigado, o programa de governo para só o vir a fazer com a vitória desejada e esperada do General Soares Carneiro candidato da AD à presidência da República.
Preparando o golpe, a AD lançou um forte ataque à liberdade de informação, impedindo os Conselhos de Redacção de funcionar, chegando se ao ponto de os seus testas de ferro na RDP chamarem a polícia para impedir o Conselho de Redacção de reunir.
Grande parte dos melhores jornalistas da RDP e da RTP foram irradiados ou colocados na prateleira sendo substituídos por comissariozinhos políticos e analfabetos.
O próprio Marcelo Rebelo de Sousa dizia no Expresso em Outubro de 1980: "temos, deste modo, à frente da gestão das instituições informativas controladas pelo Estado pessoas escolhidas de acordo com um critério político e que obviamente actuarão de acordo com esse critério".
A RTP e a RDP, ao serviço da eleição de Soares Carneiro, chamavam ao campo de concentração de S. Nicolau, de que aquele fora responsável, "granja de recuperação de indígenas".
A trágica morte de Sá Carneiro, dois dias antes das eleições, haveria de poupá-lo ao desgosto de ver derrotado o seu projecto estratégico de uma maioria, um governo, um presidente; por enquanto...
A social democracia sem dor
Era apenas um embrião improvável no tempo da "ala liberal" do marcelismo... Sá Carneiro, Magalhães Mota, Miller Guerra, Pinto Balsemão, entre outros, ensaiam uma oposição colaborante com a ANP (a União Nacional renomeada, como a PIDE o foi por DGS). E foi num projecto jornalístico liberal que o grupo investiu no último ano do marcelismo, depois de terem saído da Assembleia Nacional desgostados com a má aceitação das medidas que propunham. Em 1970 viram chumbado um projecto de constituição subscrito por Sá Carneiro e Mota Amaral que preconizava "a abolição da censura e a proclamação da liberdade de Imprensa; a eliminação dos entraves administrativos à liberdade de associação; a extinção dos tribunais plenários, o fim das medidas de segurança sem termo certo que podiam equivaler na prática à prisão perpétua; a limitação da prisão preventiva sem culpa formada a um prazo máximo de setenta e duas horas; a inclusão do direito ao trabalho e do direito à emigração na lista dos direitos fundamentais" entre outras estranhezas para o regime fascista.
A "ala liberal" do marcelismo, manteve se à espera da evolução na continuidade. Era o tempo de, sob a doce e monótona sonoridade das "Conversas em Família", Marcello Caetano ir brutalizando ainda mais o regime apagando as ténues esperanças que levantara em 1968 nos sectores da burguesia liberalizadora, ansiosa por poder fazer negócios livremente como quaisquer capitalistas que se prezam. A luta operária e, fundamentalmente, a contestação global à guerra colonial, não permitiam veleidades liberalizantes.
A Europa esperava por "nós" embora já tivesse acolhido o Portugal fascista na NATO há mais de vinte anos. O capital precisava de propagandear as suas virtudes e libertar se dos condicionamentos que limitavam a sua expansão e restringiam os lucros a meia dúzia de famílias que exploravam barbaramente a mão de obra semi-escrava das colónias.
Ao abandonar a Assembleia Nacional fascista, em 1973, com o famoso "é o fim", Sá Carneiro dava sinal aos seus companheiros liberais que a luta ia continuar lá fora. O Expresso, acabado de nascer, passou a ser o quartel general do grupo como centro da denúncia e da desmoralização do regime face à elite liberal, tendo cumprido um importante papel.
No entanto a visão da "ala liberal" não a leva até ao ponto, nuclear como se viu, de condenar a guerra em África, que era a corda que segurava o regime fascista nela enforcado.
A guerra colonial definia a linha de ruptura fundamental e de demarcação essencial. Qualquer programa social democrata mínimo teria que colocar o reconhecimento do direito à autodeterminação das colónias no centro da sua política quando a onda contestatária, com centro na universidade, radicalizava a luta contra a guerra colonial, o eixo principal da luta anti fascista desde as greves académicas de 1962 e que iriam culminar nas de 1969, réplica nacional do Maio de 68.
Sá Carneiro e os seus passaram de liberais marcelistas a social democratas como quem bebe uma imperial com tremoços.Elaboram um programa vagamente social democrata para conservadores, sem raizes, nem tradição nem ideias consolidadas. Uma alta burguesia com ímpetos modernizadores - diferenciada do fascismo já podre - disposta a aguentar-se nas vagas da revolução, certa de que ela não duraria muito, criou o PPD conservador, social democrata no verniz, populista, caciquista e golpista na essência. Escreveram o programa, em Novembro de 1974, com as banalidades aprendidas nos manuais de ciência política das faculdades de Direito de Lisboa, Porto e Coimbra e depois num pragmatismo avassalador praticaram a política do marcelismo sem Marcello logo que o 25 de Novembro os libertou da pressão social revolucionária que os constrangera ao ponto de proclamarem o socialismo como o pai de todas as coisas boas.
Magalhães Mota, Jorge Miranda, Vilhena de Carvalho, Cunha Leal, entre outros intelectuais de relevo, 37 ao todo, que haviam aderido ao PPD na convicção de estarem a dar corpo a um projecto social democrata, viram se obrigados a sair, em protesto contra o pragmatismo e o manobrismo de Sá Carneiro, e a formarem um Agrupamento Parlamentar, a Associação Social Democrata Independente (ASDI)
O 25 de Abril nunca existiu?
Os sucessores de "ala liberal" organizados no PPD nunca conseguiram ir além da teoria de que o 25 de Abril não teria sido necessário.E, perante a ostensiva evidência dos factos históricos, tentaram escamotear aquilo mesmo de que vinham a queixar-se: a revolução do 25 deAbril, da qual nem o cravo quiseram resgatar. Sem receio de contradizerem o slogan dos dois Carneiros, de "reencontro com a história". Para tal elaboraram a subtil explicação de que tudo não passara de uma evolução (na continuidade?...)
Em 1996, Marcello Rebelo de Sousa confessava se "fascinado pelo papel de Spínola na transição". A evolução vai passar a ser para o PPD/PSD a bandeira comemorativa do 25 de Abril como se encarregou de teorizar e servir na propaganda do governo de Durão Barroso, o historiador António Costa Pinto.
A evolução na continuidade estava (e está) de tal forma entranhada nas hostes do PPD que em Abril de 1992, Cavaco, depois de a ter negado a Salgueiro Maia, concedeu a Pides uma pensão por "altos serviços prestados à Pátria".
Francisco Sousa Tavares, que fora deputado do PSD, reagiu na Capital, o jornal de que era director,: «Este escarro em tudo o que representou a Revolução de Abril ressoará muito tempo em todos os que sofreram, em todos os que foram perseguidos pela PIDE, em todos os que prestaram à Pátria o excelso serviço de luta pela liberdade, com sacrifício da sua vida, do bem estar, da carreira e da sua própria segurança» Com o mesmo sentido de Estado tal distinção já tinha sido concedida por Cavaco em 1987, ao capitão Maltez Soares da Polícia de Choque fascista e, em 1988, a outro agente da PIDE, Fernando Ferreira Alves.
Não podemos, pois, admirar nos por, no passado 10 de Junho, o PR ter afirmado com tanto vigor querer "sublinhar acima de tudo a raça, o dia da raça, o dia de Portugal, de Camões e das Comunidades".
Ideologicamente o PPD esteve, desde o primeiro dia, pronto para abraçar de alma e coração o neoliberalismo de Reagan e Thatcher que aí havia de chegar.
Exactamente no auge da investida neoliberal, o PPD crisma-se, sob a orientação de Cavaco: Partido Social Democrata. A social democracia à PSD tem uma génese própria. Ela radica num marcellismo evolutivo e nunca de lá saiu. Não sofre do pecado original da social democracia europeia. Ela não foi condicionada por movimentos de massas, porque o 25 de Abril nunca existiu ou não passou da evolução na continuidade!:
"Na evolução verificada ao longo dos últimos quinze anos é patente a diferença na génese e na afirmação da social democracia portuguesa relativamente às suas congéneres europeias. Estas, de um modo geral, e por terem surgido e se terem afirmado quer no final do Séc. XIX ou no início do século XX, quer em períodos subsequentes à queda de totalitarismos de direita, assumiram a defesa de opções claramente influenciadas por esse condicionalismo envolvente.
Tal condicionalismo foi marcado pelos movimentos de massas e por contradições aparentemente irredutíveis entre classes e grupos sociais, bem como pela influência do marxismo, revestindo muitas vezes cariz anticapitalista, antiliberal e antiparlamentar e postulando uma acentuada intervenção do Estado na vida económica e social".
Os legítimos herdeiros da "ala liberal" marcelista puderam enfim retornar às suas raízes . "Reencontram se com a sua própria história", como queria Sá Carneiro quando apoiava o ex responsável pelo Tarrafal angolano a presidente da República em 1980.
A história mais recente do PSD, desde o apoio empenhado ao crime contra a humanidade que é a guerra com que Bush arrasou o Iraque, à fuga de Durão Barroso para Bruxelas, à tomada de posse de Santana Lopes como primeiro ministro por sucessão dinástica sem escrutíneo do próprio PSD, até Meneses capaz de tudo e do seu contrário e agora Manuela Ferreira Leite obrigada a lembrar se dos pobrezinhos por não ter qualquer saída face a quem faz melhor que ela o que ela própria defende, tem sido a história do pragmatismo, da ganância mais rasteira. Desde as autarquias ao poder central. Mas sempre sob a bandeira libertadora dos EUA. A defesa de Portugal como protectorado dos EUA (Quadratura do Círculo, 13/6/08) foi a mais recente demonstração de fidelidade aos princípios por parte do inspirador e teórico de Manuela Ferreira Leite, senão mesmo de Cavaco, José Pacheco Pereira.
Pas de deux
Depois da AD lançar as bases para as privatizações sustentadas, o Bloco Central formaliza na política o que já vinha sendo desde o 25 de Novembro a afirmação mais ou menos conturbada da preponderância dos grandes interesses financeiros assente nos dois grandes pilares da comunidade, o PS e o ainda PPD.
A consolidação do projecto precisava de uma solução política firme que não se compatibilizava com as hesitações inerentes a uma governação bicéfala: Mário Soares e Mota Pinto.
A história é conhecida, carro novo, rodagem, Cavaco ganha o congresso do PPD para ir explorar a sementeira deixada pelo Bloco Central.
O seu consulado de 10 anos é de arrebenta a bexiga: a revisão constitucional de 1989 com o PS, abre as portas à privatização e liberalização total da economia e lançamento das bases do casino nacional pela reconstituição (melhor dizendo reforço) do poder das grandes fortunas (vindas quase todas do fascismo) que passam da indústria para a finança, indemnizações chorudas e iníquas aos novos pobres que o 25 de Abril tinha criado: Quina, Champallimaud, Roquete, Espírito Santo, etc. Liquidação das pescas, da rede interior dos caminhos de ferro, lançamento das bases do negócio do ensino superior privado (para encher a mula a professores da dita ruça) com 350 milhões de contos retirados ao ensino público, lançamento do ataque em forma ao SNS, liquidação da marinha mercante e das pescas, da indústria naval, etc.
Os reinadinhos de Durão Barroso e de Santana Lopes, são brincadeira de crianças comparados com a campanha mortífera ensaiada com o Bloco Central e conduzida com mão de ferro por Cavaco Silva, o mesmo que hoje se preocupa com a pobreza. Que bom criar pobres para podermos ajudá los!
Passaram trinta anos de alternância em que PS e PSD se acusam mutuamente de fazerem coisas bem piores quando estão no governo!...
A grande vitória do PSD coincide exactamente com o seu canto do cisne: quando finalmente a vida lhe dá razão a "ala liberal" hoje faria boa figura é quando o PS no governo o torna irrelevante. O PS ganha perdendo os socialistas; o PSD ganha perdendo quase a razão de existir. De qualquer forma esteve certo mais cedo.
Agora é uma questão de saber fazer. E Sócrates sabe fazer melhor.
Vencidas as eleições com um terço dos militantes, Manuela Ferreira Leite vai andar por aí a proferir banalidades com perfume social.
O grande aglutinador do PSD actual só poderia ser Sócrates pois é ele quem detém o poder executivo e cumpre o programa da finança. Quem sabe? Na prática, tem sido com ele que se cumpre o projecto estratégico com que sonhou Sá Carneiro e o próprio Cavaco: uma maioria, um governo, um presidente.
E vamos a ver quais serão as hostes apoiantes de Cavaco em 2011.
Mário Tomé
20080517
"O Amanhã Pertence-me" - Música Nazi
Tomorrow Belongs To Me/ O Amanhã Pertence-me
A música nazi para as gentes do PSD! Os nazis do PSD gostam de ouvir estes hinos de extrema-direita.
The sun on the meadow is summery warm
The stag in the forest runs free
But gathered together to greet the storm
Tomorrow belongs to me
The branch on the linden is leafy and green
The Rhine gives its gold to the sea (Gold to the sea)
But somewhere a glory awaits unseen
Tomorrow belongs to me
The babe in his cradle is closing his eyes
The blossom embraces the bee
But soon says the whisper, arise, arise
Tomorrow belongs to me
Tomorrow belongs to me
Now Fatherland, Fatherland, show us the sign
Your children have waited to see
The morning will come
When the world is mine
Tomorrow belongs
Tomorrow belongs
Tomorrow belongs
Tomorrow belongs to me
A música nazi para as gentes do PSD! Os nazis do PSD gostam de ouvir estes hinos de extrema-direita.
The sun on the meadow is summery warm
The stag in the forest runs free
But gathered together to greet the storm
Tomorrow belongs to me
The branch on the linden is leafy and green
The Rhine gives its gold to the sea (Gold to the sea)
But somewhere a glory awaits unseen
Tomorrow belongs to me
The babe in his cradle is closing his eyes
The blossom embraces the bee
But soon says the whisper, arise, arise
Tomorrow belongs to me
Tomorrow belongs to me
Now Fatherland, Fatherland, show us the sign
Your children have waited to see
The morning will come
When the world is mine
Tomorrow belongs
Tomorrow belongs
Tomorrow belongs
Tomorrow belongs to me
20080503
20080428
Música dedicada ao PSD e aos seus militantes
Esta é a canção adequada e dedicada para os millitantes e simpatizantes do odioso partido fascista PSD.
Mão Morta - Oub´Lá
Mão Morta - Oub´Lá
20070927
Vê-se logo que era do PSD! que barracada!
Os gajos do PSD são especialistas em dar barracadas como esta do Valentim Loureiro nas legislativas de 1995. Não me admira que tenha sido expulso do PSD. Agora falta "expulsar" Menezes.
O Balentim!
O Balentim!
20070918
Um "PSD" a meter-se com as gajas no trabalho
O presidente da Câmara de Tavira enfrenta uma queixa por assédio sexual, movida por uma funcionária da autarquia. Fonte municipal sustenta que Teresa Sequeira " está de baixa por doença mental".Teresa Sequeira, 43 anos, chefe dos serviços jurídicos do município, apresentou queixa contra Macário Correia, por alegadamente ter sido vítima de assédio sexual. A jurista diz-se perseguida pelo autarca e participou o caso à Procuradoria-Geral da República (PGR) em Março. De acordo com a queixosa, o assédio terá ocorrido na primeira quinzena de Julho de 2006 num " fim-de-semana ", no " gabinete da presidência ", disse ao DN. Macário Correia, recusou-se a prestar qualquer esclarecimento: "Não falo sobre esse assunto", disse o Presidente da Câmara de Tavira e Vice-Presidente do PSD. Ainda segundo o DN, fontes ligadas à autarquia sustentam que Teresa Sequeira " sofre de doença mental, está de baixa por isso ", e que a queixa apresentada contra o edil é motivada " por uma esquizofrenia com tendência para a efabulação ". Outras fontes camarárias confirmam que a queixosa estará de baixa " até Novembro ", assegurando que " os funcionários vivem em pânico com o facto de ela poder regressar. É uma pessoa que só arranja problemas ". Agressões " a um agente da PSP dentro da autarquia " e uma " tendência para actos anti-sociais " são alguns dos incidentes que lhe apontam. " O cadastro dessa senhora está nos serviços camarários e está lá tudo sobre as suas patologias ", referem as mesmas fontes. A advogada da funcionária, Vera Thellier, garante que a sua cliente é perseguida no local de trabalho, sendo vítima de " assédio moral ". Será por essa razão que terá requisitado, em Fevereiro, " uma baixa aos serviços ". A junta médica que a avaliou terá considerado que está " apta para o trabalho, embora não possa por causa de terceiros ", contou ao mesmo jornal. Teresa Sequeira, por seu turno, garante que " já esperava acusações desse tipo " e afirma mesmo que não se importa que lhe ponham " processos em tribunal ".
http://q3.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ae.stories/6598
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