20090117

Deputado do PND/Madeira apresenta queixa contra João Jardim do PPD/PSD

Deputado do PND/Madeira apresenta queixa contra João Jardim do PPD/PSD

20090115

Sondagem: PSD mais desgraçado não pode ficar...


Esta notícia dedico-a particularmente à reflexão de Alberto João Jardim - esperando que acabe de uma vez por todas com as suas hesitações - bem como aos que, perdendo tempo, ainda acreditam na actual liderança do PSD. Segundo o Correio da Manhã, num texto da jornalista Janete Frazão, "Manuela Ferreira Leite alcançou o nível mais baixo do PSD nos últimos doze meses no que se refere à intenção de voto legislativo. A líder social-democrática, que se encontra em quedas consecutivas desde Julho de 2008, reúne actualmente a confiança de 23,3% dos eleitores. Quando, em Abril do ano passado, Luís Filipe Menezes abandonou, debaixo de fogo, a liderança laranja, o partido tinha a intenção de voto legislativo de 26% dos entrevistados. Segundo uma sondagem CM/Aximage, também o PS tem, neste âmbito, vindo a perder terreno. E se em Dezembro de 2008, conquistou 37,9% dos eleitores, em Janeiro de 2009, a intenção de voto legislativo nos socialistas atingiu os 37,3%. Apesar desta ligeira queda, o partido liderado por José Sócrates mantém uma distância confortável face ao PSD.

FICHA TÉCNICA
Objectivo Barómetro Político melhor preparado para lidar com a actual crise económica Universo Indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidores de telemóvel Amostra Aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, actividade e voto legislativo) e representativa do universo. Foi extraída de um subuniverso obtido de forma idêntica. A amostra contou com 600 entrevistas efectivas: 265 a homens e 335 a mulheres; 158 no Interior, 204 no Litoral Norte e 238 no Litoral Centro Sul; 204 em aldeias, 174 em vilas e 222 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral Técnica Entrevista telefónica por C.A.T.I. (Computer Assisted Telephonic Interview) Trabalho de campo Decorreu entre os dias 6 e 9 de Janeiro de 2009, com uma taxa de resposta de 75,4% Erro probabilístico Para o total de uma amostra aleatória simples com 600 entrevistas, o desvio-padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma margem de erro - a 95% - de 4,00%) Responsabilidade do estudo Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Jorge de Sá e João Queiroz".

Fonte: http://ultraperiferias.blogspot.com/

20090114

Talvez Foder (o PSD)

Este era o tema que Pedro Abrunhosa costumava dedicar a Cavaco Silva e à sua mulher em meados dos anos 90.
Abrunhosa costumava perguntar, nos seus concertos, a seguinte questão: " O que é que o Aníbal e a mulher devem fazer?" - E a resposta era óbvia.

Pedro Abrunhosa e Bandemónio - Talvez Foder

O PPD/PSD diverte-me


O PPD/PSD diverte-me, ou melhor, pessoas que estão no PPD/PSD divertem-me.
A começar pelo inanarrável, incompreensível, injustificável, inqualificável, e outras coisas acabadas em "ável" ou "ível" que vocês se lembrem, Alberto João. Se dizem que a Madeira é um jardim, e não duvido disso, apesar de nunca lá ter ido, não percebo como um tronco daqueles tem lá lugar. Um jardim no meu conceito tem flores, coloridas e belas, mais ou menos exóticas, maiores ou mais pequenas, mas nunca um tronco cinzento, feio, que nem exótico nem erótico mas sim esotérico, de uma pequenez mental de bradar aos céus.

Mas o PPD/PSD tem também Marques Mendes, M&M's, para os amigos, por ser pequeno, colorido e não derreter nas mãos, mas sim na boca de todos aqueles que com ele debatem. Poderia ser um Kinder Surpresa, pois nunca se sabe o que sai dali, se mosca se asneira e tem um prazo de validade estipulado tal como os chocolates. O prazo esse é até ao próximo congresso.

O que dizer de Pacheco Pereira, qual Chatotorix "o bardo" de Asterix, pois cada vez que pega na sua Harpa, neste caso na sua pena, afugenta tudo e todos tornando-se intragável para a maior parte das pessoas. Mas no fundo é uma personagem que diverte. Já dei por mim a pensar. Qual é que é a Barda que o Pacheco Pereira tem para nos dizer acerca disto.

Podia falar de tantos, tantos neste PPD/PSD que me divertem mas isso não seria uma posta. Seria um lençol. Isaltino Morais, Major Valentim e o seu fiel escudeiro João Loureiro, Miguel Frasquilho, Leonor Beleza, enfim um nunca acabar de cromos que enchiam duas cadernetas.

Continuem assim. Num país a brincar o que faz falta são políticos de anedota.

Por: Daniel Arruda

Fonte:

20090111

Porto: a luta dos moradores do Bairro do Aleixo

Porto: a luta dos moradores do Bairro do Aleixo
Os negócios imobiliários de Rui Rio


Na terça-feira, 22 de Julho, cerca de 50 moradores do Bairro do Aleixo manifestaram-se em frente à Câmara Municipal do Porto (CMP), enquanto, no interior, o executivo decidia, veio-se mais tarde a saber que com os votos favoráveis da coligação PSD/CDS e também do PS, o projecto para a demolição do bairro. Os manifestantes empunhavam cartazes onde se lia “Rio exterminador social” ou “Cansados de ser discriminados” e gritavam palavras de ordem como “Rui Rio cabrão, só vês o cifrão”. No mesmo espaço, cerca de duas dezenas de agentes policiais, quase um para cada duas pessoas. Rio, o mesmo que, em campanha eleitoral para o primeiro mandato contestou a demolição, tem medo dos pobres, pelo menos quando é apanhado a mentir-lhes.

No final, os manifestantes decidiram avançar com uma providência cautelar, que pretende suspender o processo até que haja uma reunião do executivo com os moradores, para se tentar encontrar uma solução de consenso. Há ideias e projectos alternativos. O que não há, porque se trata do unilateral Rui Rio, é a vontade de consultar as pessoas que serão afectadas pelas resoluções da CMP.

No Bairro do Aleixo, vivem cerca de 1300 pessoas. A população é socialmente desfavorecida, os níveis de escolaridade muito baixos, aliados à fraca qualificação profissional. O desemprego é elevado. Famílias numerosas convivem em espaços exíguos. Os espaços abertos são em geral incaracterísticos e desconfortáveis. E o senhorio votou o bairro ao abandono.

Tudo o que possa implicar a manutenção daquelas pessoas naquele local, entre a Rua do Campo Alegre e a marginal do Douro, com vista de postal e rodeado de condomínios de luxo, não interessa a Rio. O que ele pretende é deslocalizá-las, retirá-las das suas casas e enviá-las para outras zonas da cidade que ainda não se sabe quais são. O edil, se já se mostrara avesso à ideia de direito à habitação, revela-se agora completamente alheio ao direito ao lugar. Os pobres não têm direito a boas vistas. Ponto final.

As 1300 pessoas que vivem nas cinco torres vêem o seu futuro ameaçado com o novo projecto da autarquia. A preparação para a mudança começou através de uma carta enviada pelo «senhorio» das habitações, a empresa «DomusSocial, E.M.». A carta dava conta aos moradores do bairro da situação precária em que vivem e da necessidade de mudança, afirmando sempre que o diálogo será uma constante. «Iremos dialogar com todos os moradores ao longo de todo esse tempo», afirma-se no comunicado em que se anunciava que já se tinha tomado a decisão sem consultar ninguém.

De acordo com o plano vertido, a autarquia, através de concurso público, escolherá um parceiro privado para a criação de um Fundo Especial de Investimento Imobiliário (FEII), que ficará com o espaço do bairro social, avaliado em cerca de 13 milhões de euros, onde construirá habitações de luxo. Como contrapartida, a entidade privada irá construir de raiz ou reabilitar habitações devolutas e degradadas na Baixa do Porto, na zona histórica e noutros pontos da cidade.

Esta será a pedra basilar da propaganda autárquica nesta questão. A demolição do Aleixo vai ser, daqui a uns tempos, igual à reabilitação da Baixa. Com o tempo, veremos se os “outros pontos da cidade” não ganharão à zona histórica e à Baixa do Porto e se uma percentagem muito razoável das pessoas será realojada, no espírito do que aconteceu no Bairro S. João de Deus, onde o presidente da CMP, de decreto salazarista na mão, bradou que se tratava de gente que utilizava a casa para fins ilícitos, nomeadamente o tráfico de droga. Uma justificação que não decorreu duma decisão judicial, antes dum convencimento do edil.

Lembremo-nos do S. João de Deus, vulgo Tarrafal, por se tratar dum caso similar. Talvez por se situar no extremo oriental da cidade e de, como tal, os seus terrenos não serem tão apetecíveis para a especulação imobiliária, o processo de demolição deste bairro ainda não acabou. Neste momento há blocos habitacionais fantasma. As pessoas que ainda lá vivem estão mais esquecidas que nunca. Isso não se passará com o Aleixo porque a empresa que fizer parceria com a Câmara não vai deixar de querer rentabilizar esta oportunidade o mais rapidamente possível. O que, por outro lado, se repetirá, é que os problemas que lá existem não desaparecerão, serão levados para outros lados. Perguntem no Bairro do Cerco, no Machado Vaz, no S. Roque da Lameira ou no Lagarteiro se as coisas estão melhores agora ou antes da demolição do Tarrafal. Para a existência de situações problemáticas, Rui Rio apareceu com a panaceia da demolição. Os factos comprovam que está errado.

Há, claro, quem diga que o problema se coloca, desde logo, na escala, na falta de desenho urbano. E que a solução passa pela demolição das torres e posterior reconstrução, no mesmo local, de outro tipo de habitação social, aproveitando os cerca de 36 mil metros quadrados (dos quais apenas seis mil estão ocupados com habitação) e edificando um novo bairro, para quem quisesse lá ficar, com uma estrutura diferente, que se adaptasse à quantidade de famílias que permanecessem na zona.

Mas não. Rio já decidiu, está decidido. As torres vão abaixo e, mais retórica menos retórica, um espaço que é municipal, público, da comunidade, vai parar às mãos de privados.


António Cunha - Sábado, 26 Julho, 2008


Fonte: http://www.jornalmudardevida.net/?p=1081

20090109

Mafioso PPD/PSD da Ilha da Madeira



Mafioso PPD/PSD da Ilha da Madeira

Protesto de deputado do PND

Protesto de deputado do PND na Assembleia Fascista Madeirense